Os fichas mal lavadas
O projeto ficha limpa tencionava expurgar da próxima eleição os mais canalhas, entre os menos visados, alguns de parcas habilidades aplaudiam tal iniciativa. Qual o que... nesse país das terras tomadas e retomadas, dos processos que envelhecem junto com seus processadores e morrem de inanição antes daqueles, é quase impossível vetar a iniciativa gananciosa de candidatos, que se locupletam de mandatos para usurpar o povo que ironicamente prometeram defender. Já dizia meu velho pai que: “Se você estiver mentindo, estará mentindo para você mesmo” sei que a inconsciência de tais fajutos (exatamente por sua fajutice) passa por cima de tais conceitos e ignora olhares de soslaio de seus eleitores, quando vistos a passear por suas cidades de origem, despreocupados até a próxima campanha do que pensam os que os elegeram, cientes de que até lá estará esquecida sua mediocridade de ladrão de colarinho branco, engomado para segurar em pé a cara de pau derretendo sais de sem-vergonhice costumeira.
Esta rede de ponto miúdo só pega lambari, os peixes maiores se safam. Como se pode engolir a candidatura do maior deles nesse momento, o predador dos cerrados Joaquim Roriz, que, carregado de processos, está na dianteira nas pesquisas, liberado pela prescrição de processo que só agora foi analisado em primeira instância?! E a cara de pau do Sr. Maluf, fazendo prescrever todos os processos sobre ele, contratando uma legião de advogados para tanto? Com que cara fica o Ministério Público de São Paulo, que esmiuçou o trajeto da dinheirama surrupiada das obras e enviada para paraísos fiscais, analisou 270 mil documentos bancários e pinçou informações com uma centena de autoridades em quatro paises, investindo para isso sei lá quantos milhões do povo brasileiro, para ver agora prescrever tudo, levado pela enxurrada fétida da morosidade?!
Com que cara ficamos nós, cidadãos, que assinamos o tal projeto e aplaudimos?! Com que cara ficam os que não roubaram?! Com que cara ficam as autoridades que deixaram escapar tais predadores, por causa da linha inadequada de suas fisgas?!
Segundo o TSE, quinze por cento das candidaturas deverão ser cassadas. Deduzindo-se daí que 85% têm ficha limpa? Duvidoo... tem muito cidadão decente nesse país, mas poucos desses estão na política, e, uma ínfima parcela dos que tentam, se candidatam para servir seu país. É de conhecimento primário a leniência do povo brasileiro com as maracutaias em geral, de uma sociedade que considera normal pagar propinas, desde flanelinhas aos flanelões, às autoridades que fiscalizam nossas estradas e nossas vidas, aos cala bocas miúdos em certas ocasiões, aos porteiros, aos carregadores, aos legisladores...para quase tudo existe um caixinha, que deriva em aceitar situações porque os eleitos são pinçados dessa sociedade transgressora, então...
Arquive-se.
terça-feira, 27 de julho de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Dos “homens bons aos sangue ruim”
Somos 135 milhões de eleitores. Aptos a votar? Críticos “abalizados” dizem que não, que uma população de analfabetos funcionais que preenche metade dos eleitores habilitados, cidadãos que, ou não sabem ler mesmo, ou apenas assinam o nome, ou lêem mas não entendem o que leram, não estão aptos para escolher seus elegidos. Pois bem, na época do Brasil colônia a regra distinguia como eleitor ou candidato apenas os chamados “homens bons”, que eram selecionados numa estirpe que excluía os “sangue ruim”, ou como se dizia: ‘infectos”, índios, negros, judeus e mouros, ou ainda os que exerciam trabalhos manuais. Quer dizer, votavam os nobres ou proprietários graúdos. Deu no que?!
Na época imperial o critério se ligava ao valor da renda. Deu no que deu...
Nesse rol de exigências, as mulheres só se habilitaram em 1932. os analfabetos em 1985, os cidadãos entre 16 e 18 anos em 1989. Mudou o que?
A entrada dos sangue ruim nessa briga estendeu o direito (que alguns chamam de obrigação) de voto a todos os cidadãos brasileiros acima de 16 anos. Adianta o que?
Adianta que quanto mais gente der o pitaco na formação de um governo, mais se dilui a responsabilidade de viver sob o mando desse governante. Talvez seja bom para a nação, mas a verdade desde 1500 é que os mandatários, que deveriam servir o povo, servem-se do povo. Evidente que um regime fechado empobrece a qualidade dos governantes, que democraticamente eleitos sentem maior responsabilidade de prestar contas do que fazem. Mas, historicamente continuam fazendo como bem querem...
Segundo os “abalizados” críticos, os menos informados seriam sujeitos a serem manipulados mais facilmente. Entende-se por menos informados justamente os com dificuldade de leitura? O academicismo eleva à condição de informado em assuntos gerais os doutores ou donos de fortunas, como nos tempos dos “homens bons”. Pedindo desculpas aos que realmente se informam, quero discordar desses críticos. Tendo ouvido discursos deploráveis de homens bons e discursos memoráveis de sangues ruins,
Misturo as pedras desse tabuleiro para exercer o direito de não julgar por demérito. Apenas pela condição que assistimos ainda hoje de classificação de castas, não é possível mensurar capacidade eletiva.
Essa crítica exacerbada tenta anular o voto do menos letrado. Não é por aí, o que é preciso fazer é dar mais chance de instrução à camada menos informada, da que vê o voto como uma dentadura nova, à que vê a eleição como feriado para viajar.
sergiodonadio.blogspot.com
Somos 135 milhões de eleitores. Aptos a votar? Críticos “abalizados” dizem que não, que uma população de analfabetos funcionais que preenche metade dos eleitores habilitados, cidadãos que, ou não sabem ler mesmo, ou apenas assinam o nome, ou lêem mas não entendem o que leram, não estão aptos para escolher seus elegidos. Pois bem, na época do Brasil colônia a regra distinguia como eleitor ou candidato apenas os chamados “homens bons”, que eram selecionados numa estirpe que excluía os “sangue ruim”, ou como se dizia: ‘infectos”, índios, negros, judeus e mouros, ou ainda os que exerciam trabalhos manuais. Quer dizer, votavam os nobres ou proprietários graúdos. Deu no que?!
Na época imperial o critério se ligava ao valor da renda. Deu no que deu...
Nesse rol de exigências, as mulheres só se habilitaram em 1932. os analfabetos em 1985, os cidadãos entre 16 e 18 anos em 1989. Mudou o que?
A entrada dos sangue ruim nessa briga estendeu o direito (que alguns chamam de obrigação) de voto a todos os cidadãos brasileiros acima de 16 anos. Adianta o que?
Adianta que quanto mais gente der o pitaco na formação de um governo, mais se dilui a responsabilidade de viver sob o mando desse governante. Talvez seja bom para a nação, mas a verdade desde 1500 é que os mandatários, que deveriam servir o povo, servem-se do povo. Evidente que um regime fechado empobrece a qualidade dos governantes, que democraticamente eleitos sentem maior responsabilidade de prestar contas do que fazem. Mas, historicamente continuam fazendo como bem querem...
Segundo os “abalizados” críticos, os menos informados seriam sujeitos a serem manipulados mais facilmente. Entende-se por menos informados justamente os com dificuldade de leitura? O academicismo eleva à condição de informado em assuntos gerais os doutores ou donos de fortunas, como nos tempos dos “homens bons”. Pedindo desculpas aos que realmente se informam, quero discordar desses críticos. Tendo ouvido discursos deploráveis de homens bons e discursos memoráveis de sangues ruins,
Misturo as pedras desse tabuleiro para exercer o direito de não julgar por demérito. Apenas pela condição que assistimos ainda hoje de classificação de castas, não é possível mensurar capacidade eletiva.
Essa crítica exacerbada tenta anular o voto do menos letrado. Não é por aí, o que é preciso fazer é dar mais chance de instrução à camada menos informada, da que vê o voto como uma dentadura nova, à que vê a eleição como feriado para viajar.
sergiodonadio.blogspot.com
domingo, 25 de julho de 2010
Garatujas das pichações
Bem maior que o quarteirão de casa
É a visão que me tem assustado,
Do mundo,
Esse mundo que atravessa meus intestinos
pensares
E torna-se em mim profundo,
E me faz mágoas e sonhos
E me põe em atraso com a vida que passa.
São muitas paredes pintadas de nada
E todas iguais, de formas profundas...
E uma vista de olhar cansado de mundos...
De ver paredes,
paredes forradas
De cores sonhadas e cores sujas,
E cores...de sujas palavras.
Bem maior que o quarteirão de casa
É a visão que me tem assustado,
Do mundo,
Esse mundo que atravessa meus intestinos
pensares
E torna-se em mim profundo,
E me faz mágoas e sonhos
E me põe em atraso com a vida que passa.
São muitas paredes pintadas de nada
E todas iguais, de formas profundas...
E uma vista de olhar cansado de mundos...
De ver paredes,
paredes forradas
De cores sonhadas e cores sujas,
E cores...de sujas palavras.
Caixa de palavras
Na minha caixa de palavras
Tem umas de sentido frouxo,
Acabrunhadas dentro das sacas,
Com agulhas e linhas e os lápis,
Desperguntados...
Apenas umas poucas inda vivem,
Entre as desencantadas...
Algumas fugiram na memória,
Outras a memória foge delas,
Pobres coitadas,
mal vindas em suas lavras,
Assim abandonadas à margem
do caderno,
Com as agulhas tortas e
as linhas quebradas...
Uma pena,
Da minha caixa de palavras
Poucas sobrevivem ao clivo
De seletiva escolha magra
À que me ative.
Na minha caixa de palavras
Tem umas de sentido frouxo,
Acabrunhadas dentro das sacas,
Com agulhas e linhas e os lápis,
Desperguntados...
Apenas umas poucas inda vivem,
Entre as desencantadas...
Algumas fugiram na memória,
Outras a memória foge delas,
Pobres coitadas,
mal vindas em suas lavras,
Assim abandonadas à margem
do caderno,
Com as agulhas tortas e
as linhas quebradas...
Uma pena,
Da minha caixa de palavras
Poucas sobrevivem ao clivo
De seletiva escolha magra
À que me ative.
Como se...
Como se te perdesse,
Assim te encontro...
longe, ou ao menos alongada,
Na visão amarela de meus
olhos baços.
Como se te perdesse,
Assim te acarinho...
Como fora última acarinhada
Presença de nossos
laços.
Como se te perdesse,
Assim se embaça
Entre as tantas formas que
sei distantes,
É que te acho,
Como se te perdesse...
Em meu espaço.
Nesse enlace vejo teus olhos
Mareados fitando à distância
meu cansaço...
Como se te perdesse,
Assim te encontro...
longe, ou ao menos alongada,
Na visão amarela de meus
olhos baços.
Como se te perdesse,
Assim te acarinho...
Como fora última acarinhada
Presença de nossos
laços.
Como se te perdesse,
Assim se embaça
Entre as tantas formas que
sei distantes,
É que te acho,
Como se te perdesse...
Em meu espaço.
Nesse enlace vejo teus olhos
Mareados fitando à distância
meu cansaço...
reações
Se procurares bem,
Entre meus risos,
Encontrarás a lágrima
Que é preciso.
Com a vista alongando os infinitos
Eu sonhava ser grande, em menino.
Como caberia no meu sonho acanhado
As grandes infinidades do infinito?
Vagueando pelas ruas e trilhos frios
Esperava um trem das onze, ao meu dia,
Ficava olhando, presos nas janelinhas,
Aqueles olhares querendo ficar comigo,
E eu, querendo viajar aqueles sonhos
E uma mochila de pão, sem vinho.
Apenas as palavras se me vinham
A procurar amigos nos desconhecidos,
Que iam embora, entre
lágrimas, já sem risos,
assim, tão prontamente
quanto vinham.
Se procurares bem,
Entre meus risos,
Encontrarás a lágrima
Que é preciso.
Com a vista alongando os infinitos
Eu sonhava ser grande, em menino.
Como caberia no meu sonho acanhado
As grandes infinidades do infinito?
Vagueando pelas ruas e trilhos frios
Esperava um trem das onze, ao meu dia,
Ficava olhando, presos nas janelinhas,
Aqueles olhares querendo ficar comigo,
E eu, querendo viajar aqueles sonhos
E uma mochila de pão, sem vinho.
Apenas as palavras se me vinham
A procurar amigos nos desconhecidos,
Que iam embora, entre
lágrimas, já sem risos,
assim, tão prontamente
quanto vinham.
Já que o assunto é futebol...
Caro leitor, já ouviu falar desse time: Zé Maria, Oscar, Levy, Pinheiro, Souza, Rui Costa, Mario, Plínio, Ciro e Eymael, no gol Marina? Reservas: Dilma, José Serra, agora você reconhece, não é? Esses TREZE formam a seleção brasileira de candidatos à presidência da república, pode? Como não falamos de futebol, pode. Desses, sete estarão nos debates televisivos, pelo menos têm esse direito. Os outros seis são coadjuvantes, cidadãos que se lançam candidatos correndo por fora (bem por fora...)
Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL , José Maria Eymael do PSDC, Zé Maria do PSTU, Rui Costa Pimenta do PCO, têm alguma visibilidade de outros carnavais, agora, Levy Fidelix do PRTB, Oscar Silva do PHS, Ivan Pinheiro do PCB, Mario de Oliveira do PT do B, Américo de Souza do PSL, Ciro Moura do PTC, desconheço...
Os esgrimistas que duelam para valer, Dilma e Serra, têm as mesmas chances de disputar a caneca, já Marina Silva vem para comer poeira e jogar areia. E os outros, por que se esfalfam em uma corrida em que não têm cacife nem para arrancar na partida?
Que me lembre, são 27 os partidos legalizados no Brasil, então, teoricamente, podemos ter 27 candidatos. Temos 13, um bom número para confundir a cabeça do eleitor. Senão vejamos, o PCO (partido da causa operária)com 3 mil filiados, pretende o que, lançando candidato? Como definir causa operária isoladamente, já que o PT representa essa causa? Antes, já havia o PTB, depois o PDT, depois o PTC, seguido do PT do B, e do PRTB em seguida PSTU, PTN e ufa...redefinindo o trabalhismo como cristão, brasileiro, unificado, dividido em tantos que só pode ser para confundir.
Sem contar que estão em processo de legalização mediocridades como o MNN (Movimento negação da negação) mais 26 desse naipe! Para não errar eu ficaria com o PPB(Partido pirata, do Brasil, lógico) Pensa que estou brincando? Alguém está, não eu!
Não é difícil entender essa proliferação de partidos políticos numa época de cordas soltas...só para lembrar: Um candidato a prefeito, sem nenhuma chance, dizia para quem quisesse ouvir que não se candidatava a vereador, porque poderia ter chance(?) ele recebeu as caixas com santinhos, acompanhadas sempre de chequinhos, distribuiu os santinhos, comprou uma fazenda no Mato Grosso com os chequinhos e safou-se de ser eleito, o que daria muito trabalho e pouco mais de grana...
Dança dos partidos: coerente: PRP (Partido Republicano Paulista) no tempo do Império, incoerente: PL (Partido Liberal)na mesma época. Histórico: PI (Partido Integralista) na segunda república.provisório:ARENA(Aliança Renovadora Nacional) corajoso: MDB(Movimento Democrático Brasileiro) bom senso:PV(Partido Verde)...
Este é um ano picotado, e entre as eleições de outubro e a copa do mundo de junho, melhor esquentar com a primeira, mais levada a sério, mais coerente, mais ufanada pelo patriotismo das bandeirinhas...de resto, eleição para ser levada a sério, deveria se dar ao respeito, da seriedade dos candidatos, que, já nesse começo estão perdendo a linha, e com o tempo vão perder o carretel..
Sergiodonadio.blogspot.com
Caro leitor, já ouviu falar desse time: Zé Maria, Oscar, Levy, Pinheiro, Souza, Rui Costa, Mario, Plínio, Ciro e Eymael, no gol Marina? Reservas: Dilma, José Serra, agora você reconhece, não é? Esses TREZE formam a seleção brasileira de candidatos à presidência da república, pode? Como não falamos de futebol, pode. Desses, sete estarão nos debates televisivos, pelo menos têm esse direito. Os outros seis são coadjuvantes, cidadãos que se lançam candidatos correndo por fora (bem por fora...)
Plínio de Arruda Sampaio, do PSOL , José Maria Eymael do PSDC, Zé Maria do PSTU, Rui Costa Pimenta do PCO, têm alguma visibilidade de outros carnavais, agora, Levy Fidelix do PRTB, Oscar Silva do PHS, Ivan Pinheiro do PCB, Mario de Oliveira do PT do B, Américo de Souza do PSL, Ciro Moura do PTC, desconheço...
Os esgrimistas que duelam para valer, Dilma e Serra, têm as mesmas chances de disputar a caneca, já Marina Silva vem para comer poeira e jogar areia. E os outros, por que se esfalfam em uma corrida em que não têm cacife nem para arrancar na partida?
Que me lembre, são 27 os partidos legalizados no Brasil, então, teoricamente, podemos ter 27 candidatos. Temos 13, um bom número para confundir a cabeça do eleitor. Senão vejamos, o PCO (partido da causa operária)com 3 mil filiados, pretende o que, lançando candidato? Como definir causa operária isoladamente, já que o PT representa essa causa? Antes, já havia o PTB, depois o PDT, depois o PTC, seguido do PT do B, e do PRTB em seguida PSTU, PTN e ufa...redefinindo o trabalhismo como cristão, brasileiro, unificado, dividido em tantos que só pode ser para confundir.
Sem contar que estão em processo de legalização mediocridades como o MNN (Movimento negação da negação) mais 26 desse naipe! Para não errar eu ficaria com o PPB(Partido pirata, do Brasil, lógico) Pensa que estou brincando? Alguém está, não eu!
Não é difícil entender essa proliferação de partidos políticos numa época de cordas soltas...só para lembrar: Um candidato a prefeito, sem nenhuma chance, dizia para quem quisesse ouvir que não se candidatava a vereador, porque poderia ter chance(?) ele recebeu as caixas com santinhos, acompanhadas sempre de chequinhos, distribuiu os santinhos, comprou uma fazenda no Mato Grosso com os chequinhos e safou-se de ser eleito, o que daria muito trabalho e pouco mais de grana...
Dança dos partidos: coerente: PRP (Partido Republicano Paulista) no tempo do Império, incoerente: PL (Partido Liberal)na mesma época. Histórico: PI (Partido Integralista) na segunda república.provisório:ARENA(Aliança Renovadora Nacional) corajoso: MDB(Movimento Democrático Brasileiro) bom senso:PV(Partido Verde)...
Este é um ano picotado, e entre as eleições de outubro e a copa do mundo de junho, melhor esquentar com a primeira, mais levada a sério, mais coerente, mais ufanada pelo patriotismo das bandeirinhas...de resto, eleição para ser levada a sério, deveria se dar ao respeito, da seriedade dos candidatos, que, já nesse começo estão perdendo a linha, e com o tempo vão perder o carretel..
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